quinta-feira, 20 de julho de 2017

O MUNDO EM CINZA E PRETO


Na solidão, distante de tudo e todos
Na multidão, diante do luto e toldos
Todos, de múltiplas formas sentimos
Sentimos coisas inversas ao tudo
Sentimos mais, menos, mais ou menos
Sentamos, sabedores da espera
Da espera necessária que vem do fundo
Da espera complicada de estarmos
De estarmos diante e distante
Com medo e coragem, e de passagem
Neste mundo de muitos e poucos
De sãos e loucos, de claros e escuros
Mundo de ilusões e semântica
Quântica, quântico, polícia e ladrão
Rua acima, ladeira abaixo, porta sem capacho

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