quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A lua e as poucas palavras dos muitos sentimentos


Olhou-me então a lua com seu olhar gélido e romântico
Dizendo-me em silêncio, o adeus das cinco da manhã
À medida que se afastava pela solvência branda e terna
Mostrava-me o chão umedecido pelas lágrimas noturnas
Fruto do amor que se vai assim sereno, sem necessidade 

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