quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Olhos negros


Teus olhos em cor de lua nova
Tem a esperança de lua crescente
A cada dia, a minha solidão minguante
Trazendo o sorriso de lua cheia

A brisa que há em ti é a do mar
Frescor dos meus dias ensolarados
Secando suave em mim, o suor
Traz e leva nuvens ao meu céu

Ah! Mas quando tu és tormenta
És embravecida onda, vendaval
Que passando, tudo movimenta
Vens ao meu encontro, inundar

Passas então por ruas e calçadas
Avassalando tudo com teu ardor
Mas retornas ao profundo mar
Retornando do vendaval à brisa

Deixando marcas de suavidade
Marcando deixas de força bruta
Inundando e encantando tudo
Acordando que é preciso amar

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