sábado, 17 de setembro de 2011

A Estrada

Não cultivo flores, não cultivo amores
Não prezo e nem menosprezo lembranças
Sejam boas ou más, felizes ou tristes
Vou caminhando e vivendo o hoje
Não com a mente amnésica
Nem com coração insensível
Porque vou deixando sem medo
Que alegrias e tristezas
Façam marcas em mim
E assim olho a mim mesmo
Sem me perguntar o que fui
Nem preocupação com que serei
Me ocupo em saber quem eu sou
E vou sendo, prossigo vivendo
Me alegrando ou sofrendo
Persisto na mesma esperança
De que é preciso melhorar
Tenho dúvidas sem medos

Um comentário:

  1. Belissimo ! Gostaria de ver esse poema postado no Facebook.
    E isto possivel?

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