domingo, 4 de setembro de 2011

AMANHÃ


Amanhã,
Quando a lua fingir minguar
E o sol se utilizar dela
E nela mostrar seu fulgor

Amanhã,
Depois que as aguas descerem
Águas que o céu não quis
Que desceu de resfriada

Amanhã falarei de amor
De olhares enluarados
Afogados em saudades
Que o céu não pode esconder

Amanhã falarei de noites
Noites de amor
Amanhã falarei de dias
Dias de mãos dadas

Amanhã falarei do hoje
Hoje que será tão bom
Amanhã falarei do ontem
 E do amor que ficou

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