domingo, 28 de agosto de 2011

Viajei viajando na cena do Ballet.

Se ela que brinca faceira na imaginária terra do faz de conta me disser que é uma princesa, de certo eu crerei.
Se por algum motivo de seu interior profundo ela dançar e levantando sua perninha rodopiar, eu aplaudirei.
Direi elogios e a abraçarei ternamente, ficarei assim eternamente por uns seis anos, a reparar, a sorrir ou chorar.
E aos poucos a verei ir, deixar a criança quase anulada e se tornará lenta ou rapidamente uma mulher
E quem sabe consiga conter o ciume paterno ou me matamorfe para me aproximar da nova forma de ser
Assim verei meus dias passarem no vai e vem do dia-a-dia e quem sabe ela mesma me trará a velha cena
Dando a mim mais uma chance de ver e sentir a mulher na forma de criança crescer.

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