domingo, 6 de fevereiro de 2011

Saudades da irmã Ilda

Zé Bento, comenta Zé Pedro, to meio assim assim, meio macambuso, sintindo aquele vazio, aquela dorzinha n'alma.
Verdade? comenta Zé Bento, vai vê que é a tar da depressão, coisa que os ricu inventaram para chamar a farta do que fazer com gente pra pagar as contas, essistória de macambuses, de tristin em minha famia nunca teve não, lá tudus os homi, porqui homi se escrevi cum h, H maiusquili, tudu acorda cedo, lava o rosto, tuma um café forte com pã e mantega e sai trabaia ochente.
Eita ignorancia, cumenta Zé Pedro, lá vem uce cum tuas bobageras, disafiandu ciencia, qui é coisera que voce perdeu purque num foi na iscola, axa? Vá cata o seu bostinha, num to falundo de tristeza e nem depressão ninhuma, falei e vu repiti, to meio macambuso sim, cum aquele vazio e a tar da dorzinha n'alma.
Aixi! como gostei di aprinde a fala a coisa com apostrófi, iconomisa num é priciso falar "na alma", falo diretão "n'alma", bunitu que só. Bem, mas... eita, cunhecimentu é tudo, mermu pra um ignorante quinem eu; ÔÔÔ Zé Bento, a tar da dorzinha, o seu burro, é da fome, já são mais de 11 horas e num armocei ainda, vamu cumer, vamu cumer que é pra num parar de creicer.
HEHE mundão.

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