domingo, 7 de fevereiro de 2010

A DOR

Tenho uma saudade
Um tipo de tristeza
Dor que não tem cura
E que vive em mim.
Tenho lembranças
Lágrimas guardadas
Às vezes escondidas
Que me tornam assim.
Descrente da felicidade
Que vem de amor
As lágrimas que escorrem
Na noite da minha solidão
Descendo da face
Inundam-me o coração.
Então, fico parado
No canto, calado
Sem esperança que passe
Mas arrumando um jeito
Uma forma qualquer
De guardar dentro do peito
Pra que eu volte a caminhar
E sorrir, e cantar
Falando até de amor
Deste amor que sinto
E senti por você

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